Faciais
Cicatrizes de Acne
Diagnóstico preciso e protocolos personalizados para tratar diferentes tipos e profundidades de cicatrizes, remodelar o colágeno e recuperar progressivamente a qualidade da pele.
As cicatrizes de acne não são todas iguais. Algumas são estreitas e profundas; outras apresentam bordas bem delimitadas, ondulações ou aderências que tracionam a pele para os planos mais profundos. Também podem coexistir poros dilatados, irregularidades de textura, manchas, vermelhidão e perda de sustentação.
Por essa razão, tratar cicatrizes de acne exige muito mais do que escolher uma única tecnologia. É necessário compreender a arquitetura de cada cicatriz, sua profundidade, o grau de fibrose, a qualidade da pele e a presença de acne ainda ativa.
No Grupo Paula Chicralla, utilizamos o Método GPC para desenvolver protocolos personalizados que podem integrar subcisão, lasers Fotona, radiofrequência microagulhada, procedimentos de precisão e terapias regenerativas. O objetivo não é apenas suavizar marcas isoladas, mas promover uma remodelação progressiva da pele, melhorando relevo, textura, uniformidade e qualidade cutânea.
Por que as cicatrizes de acne se formam?
As cicatrizes surgem como consequência de uma resposta de reparação da pele após o processo inflamatório provocado pela acne. Quando a inflamação atinge estruturas mais profundas, pode ocorrer destruição de colágeno e alteração da arquitetura da derme. Durante a cicatrização, o organismo tenta reparar essa lesão, mas nem sempre consegue reconstruir o tecido com a mesma organização da pele original. Esse processo pode resultar em:
- perda de tecido e formação de depressões;
- aderências fibrosas que puxam a pele para baixo;
- produção irregular de colágeno;
- elevação e espessamento da cicatriz;
- alterações de cor, como manchas escuras ou avermelhadas;
- irregularidades de textura e poros mais aparentes.
A intensidade da inflamação, a profundidade das lesões, a predisposição individual, a manipulação da acne e o tempo até o início do tratamento influenciam o risco de formação de cicatrizes. Tratar a acne precocemente é uma das medidas mais importantes para reduzir a possibilidade de novas marcas. A Academia Americana de Dermatologia também destaca que o controle precoce da acne diminui o risco de cicatrização permanente.
Mancha de acne e cicatriz de acne são a mesma coisa?
Não. Essa diferenciação é fundamental para escolher o tratamento correto. As manchas pós-acne representam alterações de cor que permanecem depois da inflamação — podem ser avermelhadas, acastanhadas ou mais claras, mas nem sempre apresentam perda de tecido. As cicatrizes verdadeiras provocam uma modificação da estrutura da pele, formando depressões, ondulações, aderências, elevações ou alterações permanentes do relevo. Em muitos pacientes, manchas e cicatrizes aparecem simultaneamente; nesses casos, o planejamento deve tratar tanto a cor quanto a arquitetura da pele, utilizando estratégias diferentes e complementares. Veja também melasma e manchas.
Nem toda cicatriz de acne é igual
O diagnóstico do tipo de cicatriz é uma das etapas mais importantes do tratamento.
- Cicatrizes ice pick: estreitas, profundas e com aspecto semelhante a pequenos pontos ou perfurações. Como se aprofundam na derme, geralmente exigem procedimentos localizados e de alta precisão.
- Cicatrizes boxcar: formato arredondado ou oval, com bordas mais bem definidas. Podem ser superficiais ou profundas; a escolha depende da profundidade e da presença de aderências.
- Cicatrizes rolling: formam ondulações e depressões mais amplas, com bordas suaves. Muitas são provocadas por traves de fibrose que prendem a pele aos tecidos profundos.
- Cicatrizes atróficas aderidas: deprimidas e presas aos planos profundos. Mesmo quando a superfície é tratada, podem permanecer visíveis se a aderência não for liberada.
- Cicatrizes hipertróficas e queloides: elevadas, firmes e relacionadas à produção excessiva de tecido cicatricial. Exigem uma abordagem completamente diferente das cicatrizes deprimidas.
- Alterações de cor pós-acne: manchas escuras, áreas avermelhadas e alterações vasculares podem acentuar a percepção das cicatrizes.
É frequente encontrar diferentes tipos de cicatrizes no mesmo rosto. Por isso, um único procedimento raramente consegue tratar todos os componentes do quadro.
Diagnóstico de precisão das cicatrizes de acne
Antes de definir o tratamento, realizamos uma avaliação dermatológica detalhada da pele. Durante essa análise, observamos tipo e profundidade das cicatrizes, presença de aderências e fibroses, distribuição na face, qualidade e firmeza da pele, grau de perda de colágeno, presença de manchas ou vermelhidão, poros dilatados e irregularidades de textura, presença de acne ainda ativa, histórico de tratamentos anteriores, fototipo e tendência à hiperpigmentação e capacidade individual de cicatrização. Quando indicado, a avaliação pode ser complementada por fotografias padronizadas e análise digital da pele, ajudando a documentar o quadro inicial, planejar o protocolo e acompanhar a evolução de maneira mais objetiva.
A acne ativa precisa ser controlada
Antes de iniciar procedimentos mais intensos para cicatrizes, é importante avaliar se ainda existem lesões inflamatórias ativas. Quando necessário, o controle da acne pode envolver medicamentos tópicos, medicações orais, cuidados com a barreira cutânea e investigação de fatores associados. Essa etapa reduz o risco de novas cicatrizes e prepara a pele para o tratamento reparador. Em determinados casos, o controle da acne e o tratamento das marcas podem acontecer de forma integrada; a sequência deve ser definida individualmente durante a avaliação médica.
Tratamentos para cicatrizes de acne
Não existe um tratamento único que seja o melhor para todas as cicatrizes. A estratégia mais eficiente costuma combinar técnicas que atuam em diferentes profundidades e mecanismos. No Grupo Paula Chicralla, o protocolo é definido de acordo com a arquitetura das cicatrizes e com as necessidades de cada pele.
Subcisão para cicatrizes de acne
A subcisão é uma técnica indicada principalmente para cicatrizes deprimidas que apresentam aderências fibrosas. Durante o procedimento, um instrumento específico é introduzido sob a pele para liberar as traves de fibrose que mantêm a cicatriz presa aos tecidos mais profundos. Com essa liberação, a área deprimida ganha maior mobilidade e pode se elevar progressivamente. Além de soltar a aderência, o procedimento desencadeia um processo de reparação local e estímulo de colágeno. É especialmente importante nas cicatrizes rolling e em determinadas cicatrizes boxcar aderidas, e não substitui necessariamente o laser ou outras tecnologias: cada técnica trata um componente diferente da cicatriz. Em casos selecionados, pode ser associada a técnicas regenerativas, bioestimulação ou correção de perdas específicas de volume.
Gold Incision GPC
Para determinados casos de cicatrizes deprimidas e aderidas, o Grupo Paula Chicralla utiliza uma abordagem personalizada de liberação das fibroses, associando técnicas selecionadas de sustentação e regeneração tecidual. A proposta é atuar não apenas na superfície, mas também nas estruturas responsáveis por manter a cicatriz tracionada. Dependendo da avaliação, o protocolo pode integrar subcisão, correção de perdas localizadas, estímulo de colágeno e terapias regenerativas. A indicação é individual e depende do tipo de cicatriz, da profundidade das aderências e das características da pele.
Lasers Fotona para cicatrizes de acne
Os lasers Fotona podem ser utilizados em diferentes etapas do tratamento para estimular a renovação cutânea, remodelar o colágeno e melhorar textura, relevo e uniformidade. O Fotona SP Dynamis NX® permite desenvolver protocolos fracionados e personalizados para promover remodelação das camadas da pele, com intensidade, profundidade e intervalo entre sessões ajustados ao fototipo, à qualidade da pele, ao tipo de cicatriz e ao tempo de recuperação disponível. O Fotona StarWalker® pode ser indicado para tratar componentes pigmentares, determinadas alterações de cor e aspectos específicos da qualidade cutânea associados às cicatrizes, inclusive em protocolos combinados e em estratégias de drug delivery quando houver indicação médica.
Radiofrequência microagulhada
A radiofrequência microagulhada promove a entrega controlada de energia em diferentes profundidades da pele, estimulando remodelação do colágeno e reorganização da derme. Tecnologias como Morpheus8® e EXION® podem ser incorporadas ao protocolo para melhorar irregularidades de textura, cicatrizes atróficas, poros dilatados, firmeza da pele, qualidade e espessura dérmica e a transição entre áreas cicatrizadas e pele saudável. A profundidade e a energia precisam ser ajustadas de forma individualizada: cicatrizes superficiais, profundas e aderidas não devem receber exatamente os mesmos parâmetros.
Microagulhamento e drug delivery
O microagulhamento produz microcanais controlados na pele e estimula mecanismos naturais de reparação e formação de colágeno. Quando indicado, pode ser associado ao drug delivery, estratégia que favorece a aplicação de ativos selecionados sobre a área tratada. Pode contribuir para a melhora da textura, de cicatrizes mais superficiais e da qualidade geral da pele; entretanto, cicatrizes profundas ou presas por fibrose geralmente precisam de outras técnicas associadas.
Tratamentos de precisão para cicatrizes profundas
Cicatrizes estreitas ou muito profundas, como as do tipo ice pick, podem exigir técnicas pontuais voltadas especificamente para cada lesão. O objetivo é alcançar a profundidade da cicatriz sem tratar toda a pele com a mesma intensidade. Dependendo do diagnóstico, podem ser indicadas técnicas químicas focais, procedimentos cirúrgicos localizados ou combinações sequenciais, sempre após avaliação médica, especialmente em peles com maior tendência a manchas.
Terapias regenerativas
As terapias regenerativas podem complementar o tratamento ao favorecer os mecanismos naturais de reparação e a qualidade do tecido. De acordo com a indicação clínica, o protocolo pode incluir PRP, exossomos autólogos, ativos regenerativos selecionados, bioestimulação e associação com laser, radiofrequência ou microagulhamento. Esses recursos não substituem a liberação de uma cicatriz aderida nem corrigem isoladamente todas as cicatrizes profundas; sua principal contribuição está na otimização do ambiente de reparação e na melhora progressiva da qualidade cutânea quando integrados a um planejamento completo.
Correção de perdas localizadas de volume
Algumas cicatrizes apresentam perda de tecido ou depressões que permanecem visíveis mesmo após a liberação das aderências. Em casos selecionados, substâncias injetáveis podem ser utilizadas em pequenas quantidades para oferecer suporte à região e suavizar diferenças de relevo. A indicação deve ser criteriosa: o objetivo não é preencher indiscriminadamente toda cicatriz, mas corrigir perdas específicas e integrar essa etapa ao processo de remodelação da pele.
Tratamento de manchas e vermelhidão pós-acne
A irregularidade provocada pela acne nem sempre é apenas estrutural. Manchas escuras e vermelhidão persistente podem aumentar o contraste das cicatrizes e tornar o relevo mais perceptível. O tratamento pode combinar lasers específicos, tecnologias para alterações vasculares, medicamentos tópicos, antioxidantes e despigmentantes, cuidados com a barreira cutânea e fotoproteção diária. Tratar simultaneamente relevo, textura e cor pode proporcionar uma aparência mais uniforme e natural. Veja melasma e manchas e rosácea e vasos da face.
Por que combinar diferentes tratamentos?
Cada técnica atua em uma estrutura diferente: a subcisão libera as aderências; os lasers promovem renovação e remodelação; a radiofrequência microagulhada estimula colágeno em profundidade; os tratamentos pontuais alcançam cicatrizes estreitas e profundas; as terapias regenerativas favorecem a qualidade do reparo; os tratamentos vasculares ou pigmentares melhoram a cor; e a correção de volume pode elevar depressões selecionadas. Combinar tratamentos não significa realizar todos os procedimentos ao mesmo tempo, e sim construir uma sequência lógica, respeitando a resposta da pele e o intervalo necessário entre cada etapa.
Método GPC no tratamento das cicatrizes de acne
No Grupo Paula Chicralla, o tratamento é estruturado a partir de quatro princípios:
- Diagnóstico de precisão: identificação dos diferentes tipos de cicatriz, profundidades, aderências, alterações de cor e condições associadas.
- Planejamento multicamadas: escolha de técnicas capazes de atuar na superfície, na derme e nas estruturas profundas responsáveis pelas depressões.
- Protocolos personalizados: definição da sequência, da intensidade e dos intervalos de acordo com a pele e a rotina de cada paciente.
- Acompanhamento contínuo: registro da evolução e ajustes progressivos do protocolo conforme a resposta clínica.
Essa abordagem permite tratar cicatrizes complexas com maior precisão, evitando a aplicação indiscriminada de uma única tecnologia em alterações que possuem causas e profundidades diferentes.
Quantas sessões são necessárias?
O número de sessões varia de acordo com tipo e profundidade das cicatrizes, quantidade de áreas tratadas, presença de fibrose, qualidade do colágeno, fototipo, tratamentos já realizados, capacidade individual de reparação e tecnologias escolhidas. As cicatrizes de acne costumam exigir um tratamento progressivo: algumas melhoras podem ser percebidas após as primeiras etapas, mas a remodelação do colágeno continua ao longo dos meses. A quantidade somente pode ser estimada após a avaliação dermatológica.
As cicatrizes de acne podem desaparecer completamente?
Não é adequado prometer o desaparecimento completo das cicatrizes. Os tratamentos atuais podem produzir melhora importante do relevo, da textura, da profundidade e da uniformidade da pele; entretanto, o resultado depende do tipo de cicatriz, da extensão do quadro e da resposta biológica de cada paciente. O objetivo é tornar as marcas menos profundas e menos perceptíveis, melhorar a maneira como a luz se distribui sobre a pele e recuperar progressivamente sua qualidade.
Como é a recuperação?
A recuperação depende do procedimento realizado e da intensidade utilizada. Podem ocorrer temporariamente vermelhidão, inchaço, sensibilidade, descamação, pequenos hematomas, formação de crostas delicadas e escurecimento transitório de algumas áreas. Procedimentos mais profundos tendem a exigir maior tempo de recuperação. Antes de cada sessão, o paciente recebe orientações específicas sobre fotoproteção, cuidados com a pele, atividades que devem ser evitadas e produtos adequados para o período.
Quando começar o tratamento?
O tratamento pode ser considerado assim que a acne estiver adequadamente controlada e a pele apresentar condições seguras para os procedimentos indicados. Não é necessário esperar muitos anos para procurar avaliação: cicatrizes recentes também podem se beneficiar de uma intervenção planejada, desde que a atividade inflamatória esteja sendo acompanhada. Quanto antes a acne for controlada, menor será o risco de surgirem novas cicatrizes.
Perguntas frequentes
Qual é o melhor tratamento para cicatrizes de acne?
Não existe um único tratamento considerado o melhor para todos os casos. A escolha depende do tipo, da profundidade e da presença de aderências. Frequentemente, a combinação entre subcisão, lasers, radiofrequência microagulhada e terapias regenerativas oferece uma abordagem mais completa.
Laser remove cicatrizes de acne?
O laser pode melhorar significativamente textura, relevo e qualidade da pele, mas não necessariamente remove completamente todas as cicatrizes. Cicatrizes profundas ou aderidas podem precisar de subcisão ou de procedimentos pontuais antes ou em associação ao laser.
O que é subcisão para cicatriz de acne?
É um procedimento que libera as traves de fibrose responsáveis por puxar algumas cicatrizes para baixo. É especialmente indicada para cicatrizes deprimidas e aderidas, como determinadas cicatrizes rolling e boxcar.
A subcisão pode ser feita em todas as cicatrizes?
Não. A técnica é mais adequada para cicatrizes presas aos planos profundos. Cicatrizes ice pick, cicatrizes elevadas, manchas e vermelhidão exigem outras formas de tratamento.
Radiofrequência microagulhada melhora cicatrizes de acne?
Pode melhorar cicatrizes atróficas, poros, textura e firmeza ao estimular a remodelação do colágeno em diferentes profundidades. A indicação e os parâmetros devem ser ajustados ao tipo de cicatriz e ao fototipo.
Quem ainda tem acne ativa pode tratar as cicatrizes?
A acne ativa deve ser avaliada e controlada para evitar a formação de novas marcas. Em alguns casos, o controle da acne e determinados cuidados com as cicatrizes podem ser conduzidos paralelamente, dentro de um planejamento médico.
Manchas de acne são cicatrizes?
Nem sempre. Manchas representam alterações de cor, enquanto cicatrizes modificam a estrutura e o relevo da pele. Os dois problemas podem coexistir e exigir tratamentos diferentes.
O tratamento para cicatrizes de acne dói?
O desconforto varia conforme o procedimento. Técnicas mais profundas geralmente são realizadas com anestesia tópica ou local. A estratégia de conforto é definida de acordo com o tratamento indicado.
Quantas sessões são necessárias?
A quantidade depende da profundidade, do número e do tipo de cicatrizes, além da resposta individual da pele. O plano pode ser ajustado ao longo do acompanhamento.
Quanto tempo demora para aparecer o resultado?
Algumas mudanças podem ser percebidas após as primeiras etapas, mas a produção e a reorganização do colágeno continuam por semanas ou meses. Por isso, o resultado é progressivo.
As cicatrizes podem voltar depois do tratamento?
As cicatrizes tratadas não costumam retornar à condição inicial. Entretanto, novos episódios de acne inflamatória podem formar novas cicatrizes, reforçando a importância de manter a doença controlada.
Pele morena ou negra pode tratar cicatrizes de acne?
Sim, mas o planejamento deve considerar o fototipo e o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória. Tecnologias, energias, intervalos e cuidados preparatórios precisam ser selecionados individualmente.
Cremes conseguem eliminar cicatrizes profundas?
Cremes podem contribuir para a renovação, a uniformidade da cor e a qualidade superficial da pele, mas não costumam liberar fibroses nem corrigir isoladamente cicatrizes profundas. Nesses casos, procedimentos médicos podem ser necessários.
Posso fazer tratamento para cicatrizes durante o uso de isotretinoína?
A indicação depende do procedimento, da dose, da condição da pele e do momento do tratamento. Essa decisão deve ser tomada pelo dermatologista responsável, após avaliação individual.
O tratamento exige afastamento das atividades?
Depende da técnica e da intensidade. Alguns procedimentos apresentam recuperação breve, enquanto outros podem causar vermelhidão, inchaço, crostas ou hematomas por alguns dias. O tempo de recuperação é discutido antes da realização.
Cicatrizes diferentes exigem estratégias diferentes
O tratamento começa pela compreensão da arquitetura de cada cicatriz. No Grupo Paula Chicralla, diagnóstico de precisão, tecnologias avançadas, procedimentos médicos e terapias regenerativas são integrados em protocolos personalizados para promover uma melhora progressiva do relevo, da textura e da qualidade da pele.


