Corporais · Barra da Tijuca

Lipedema

Diagnóstico integrado e protocolos personalizados para aliviar sintomas, preservar a mobilidade, fortalecer a musculatura e melhorar a saúde e a qualidade dos tecidos.

CRM-RJ 79669-7 · RQE 15402 — Dra. Paula Chicralla, diretora técnica médica

Avaliação de lipedema no Grupo Paula Chicralla

Diagnóstico de precisão

Avaliação vascular com angiologista, ultrassom Doppler e bioimpedância InBody

Tecnologia própria

Ondas de Choque · EMSCULPT NEO®

Localização

Av. das Américas, 3500 — Barra da Tijuca

Atendimento

Seg. a sex., 9h às 18h

Equipamento InBody para avaliação de composição corporal por bioimpedância
Aplicação de Ondas de Choque na perna da paciente
Aplicador do equipamento EMSCULPT NEO posicionado na perna da paciente

Método GPC

Como funciona o tratamento

Avaliação clínica e vascular com angiologista, ultrassom Doppler, bioimpedância InBody e fotografia corporal 3D + tratamento conservador contínuo com drenagem linfática, compressão pneumática, Ondas de Choque, EMSCULPT NEO® e estratégias de atividade física e saúde metabólica.

Depoimentos reais

Resultados e experiências dos clientes

★★★★★
Melhor clínica do mundo! Amo a Drª. Paula e sua equipe!! Indico de olhos fechados!!
Gabriella Valentim 9 meses atrás
★★★★★
Excelente experiência! Desde o primeiro atendimento, fui muito bem recebida e me senti super acolhida. A equipe é atenciosa, profissional e cuidadosa em cada detalhe. A clínica possui um ambiente agradável e transmite muita confiança e segurança. O atendimento foi impecável e o resultado superou minhas expectativas. Com certeza recomendo o Grupo Paula Chicralla para quem busca qualidade, cuidado e excelência em estética e dermatologia!
Larissa Carpinter 3 semanas atrás
★★★★★
A clínica tem uma estrutura muito boa e os profissionais são competentes, Atendimento impecável do início ao fim! A recepção é muito educada e o ambiente da clínica é extremamente limpo, organizado e confortável. A dermatologista Paula Chicralla é super atenciosa explica tudo com clareza, parabéns para essa equipe.
fernanda rodrigues 4 semanas atrás

Detalhes do tratamento

Tudo sobre lipedema

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O que é lipedema?

O lipedema afeta predominantemente mulheres e provoca aumento simétrico e desproporcional do tecido adiposo subcutâneo. As alterações aparecem principalmente nos quadris, glúteos, coxas, região interna dos joelhos, pernas, tornozelos e, em algumas pacientes, nos braços.

Uma característica frequente é a preservação dos pés e das mãos. Nas pernas, pode surgir uma diferença marcada entre o tornozelo e o pé, formando uma espécie de “degrau”. Além da desproporção corporal, o tecido pode apresentar dor, sensibilidade, fibrose e tendência a hematomas. A doença possui componentes genético, hormonal, vascular, linfático, inflamatório, mecânico, metabólico, musculoesquelético e emocional, e não pode ser reduzida apenas ao conceito de “inflamação”.

Quais são os principais sintomas?

Os sinais e sintomas variam entre as pacientes. Entre os mais frequentes estão:

  • aumento desproporcional e acúmulo simétrico de gordura nas pernas;
  • dor espontânea e dor à pressão;
  • sensibilidade ao toque;
  • sensação de peso e cansaço nas pernas;
  • edema que pode piorar ao longo do dia;
  • facilidade para formação de hematomas;
  • textura nodular sob a pele;
  • dificuldade de perder medidas nas pernas;
  • preservação relativa dos pés;
  • piora da mobilidade e impacto na autoestima.

Nem todas as pacientes apresentam todos os sintomas. A intensidade da dor também não depende exclusivamente do volume das pernas. O início ou a piora frequentemente coincidem com períodos de mudança hormonal, como puberdade, gestação, uso de anticoncepcionais, perimenopausa e menopausa, e pode existir predisposição familiar.

Lipedema não é obesidade

Lipedema e obesidade podem existir separadamente ou simultaneamente. No lipedema, o aumento do tecido adiposo costuma ser desproporcional, simétrico e mais resistente à redução nas áreas afetadas, podendo haver dor, sensibilidade e hematomas. Na obesidade, a gordura tende a se distribuir de maneira mais global e está associada a riscos metabólicos específicos.

Uma paciente com lipedema pode ser magra, apresentar peso saudável ou também ter sobrepeso. Emagrecer pode reduzir a gordura que não pertence ao lipedema, diminuir sobrecarga articular e melhorar a saúde metabólica, mas nem sempre corrige completamente a desproporção das pernas. Culpar a paciente ou atribuir todos os sintomas ao peso atrasa o diagnóstico e aumenta o sofrimento. Quando indicado, o emagrecimento precisa preservar massa muscular: perdas rápidas sem musculação e suporte nutricional podem reduzir massa magra e prejudicar a sustentação.

Lipedema não é linfedema nem apenas celulite

Embora possam coexistir, são condições diferentes. O lipedema afeta predominantemente mulheres, costuma ser bilateral e simétrico, geralmente preserva pés e mãos, pode provocar dor e hematomas e envolve distribuição anormal de tecido adiposo. O linfedema resulta do acúmulo de líquido por comprometimento linfático, pode ser unilateral, frequentemente envolve pés ou mãos e pode apresentar sinal de Stemmer positivo. Em fases avançadas, o lipedema pode apresentar comprometimento linfático secundário, formando o lipo-linfedema.

A celulite é uma alteração da superfície da pele. O lipedema é uma condição clínica que pode causar dor, sensibilidade, aumento desproporcional dos membros, hematomas, fibrose e alterações funcionais. A paciente com lipedema pode também apresentar celulite, mas tratar somente as depressões da superfície não controla a doença.

Tipos e estágios do lipedema

A classificação por tipos considera a distribuição anatômica: tipo I (quadris, glúteos e região pélvica), tipo II (dos quadris até os joelhos), tipo III (dos quadris aos tornozelos), tipo IV (braços) e tipo V (pernas abaixo dos joelhos). Uma paciente pode apresentar mais de um padrão.

Os estágios descrevem alterações dos tecidos: no estágio 1 a pele pode parecer relativamente lisa, mas já existe aumento do tecido adiposo; no estágio 2 a superfície torna-se mais irregular; no estágio 3 ocorre aumento mais expressivo, com dobras e grandes nódulos; no estágio 4 há associação com linfedema secundário. O estágio não determina sozinho a intensidade dos sintomas.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico do lipedema é predominantemente clínico. Não existe um único exame de sangue, imagem ou bioimpedância que confirme isoladamente a doença. Durante a avaliação, investigamos distribuição da gordura, simetria, presença de dor, sensibilidade à pressão, facilidade para hematomas, edema, preservação dos pés e das mãos, início dos sintomas, relação com períodos hormonais, histórico familiar, mobilidade, circulação venosa e sinais de comprometimento linfático.

No Grupo Paula Chicralla, as pacientes podem ser acompanhadas por angiologista para avaliar a saúde venosa, vascular e linfática — importante para investigar varizes, avaliar edema, diferenciar lipedema de linfedema e verificar indicação de compressão. O ultrassom Doppler avalia o fluxo e o funcionamento do sistema venoso, auxiliando na investigação de insuficiência venosa, refluxo, varizes e outras causas vasculares de edema. O Doppler não diagnostica isoladamente o lipedema, mas ajuda a diferenciar outras causas de dor, peso e inchaço nas pernas.

Avaliação da dor, composição corporal e documentação

A dor ou sensibilidade desproporcional ao toque é uma característica relevante do lipedema. Pode ser realizado um exame padronizado de sensibilidade à pressão, com comparação de diferentes regiões das pernas, para documentar a intensidade da dor e acompanhar a evolução. Estudos recentes apontam que a mensuração padronizada do limiar de dor à pressão pode contribuir para uma avaliação mais objetiva dos sintomas, embora não substitua o diagnóstico clínico.

A bioimpedância InBody ajuda a analisar massa muscular, massa de gordura, distribuição segmentar, água corporal e evolução durante o tratamento, embora a interpretação exija cuidado porque o aumento de volume dos membros pode influenciar as medidas. A fotografia corporal 3D documenta distribuição dos volumes, simetria, circunferências e contorno das pernas com maior objetividade, permitindo comparar diferentes momentos do acompanhamento.

Tratamento do lipedema

O lipedema é uma condição crônica. O tratamento precisa ser contínuo, individualizado e orientado pelos sintomas, pela funcionalidade e pelas condições associadas. Os objetivos podem incluir reduzir dor, diminuir sensação de peso, controlar edema associado, preservar mobilidade, melhorar força, proteger articulações, reduzir fibrose, favorecer circulação, melhorar composição corporal e prevenir progressão. Nenhuma tecnologia isolada trata todos os componentes da doença.

A drenagem linfática manual utiliza movimentos suaves e direcionados para favorecer o deslocamento de líquidos e o conforto dos tecidos. Não remove o tecido adiposo do lipedema e não deve ser divulgada como forma de emagrecimento. A compressão pneumática sequencial utiliza câmaras que inflam e desinflam de maneira programada e, quando indicada, pode contribuir para redução do edema, alívio da sensação de peso e melhora do conforto. Um estudo clínico publicado em 2025 encontrou melhora de volume, líquido nos membros, dor, edema e qualidade de vida com um sistema avançado de compressão pneumática associado à compressão por vestuário. Meias e peças compressivas também podem ajudar a controlar sintomas quando existe edema ou associação venosa.

Ondas de Choque e a importância do músculo

As Ondas de Choque utilizam estímulos mecânicos que podem contribuir para melhora da fibrose, mobilização dos tecidos, redução da rigidez, estímulo da microcirculação e tratamento de celulite associada. A intensidade precisa ser ajustada à sensibilidade da paciente. Elas não eliminam o tecido adiposo do lipedema; atuam como recurso complementar dentro do tratamento conservador.

A perda muscular pode agravar limitações funcionais e aumentar a sobrecarga das articulações. O EMSCULPT NEO® associa energia eletromagnética de alta intensidade à radiofrequência, provocando contrações supramáximas em áreas selecionadas, e pode ser utilizado para estimular musculatura, melhorar tônus, favorecer estabilidade dos membros e complementar a atividade física. Não substitui musculação, fisioterapia ou exercício. A musculatura funciona como uma bomba que auxilia o retorno venoso e linfático durante o movimento, e músculos fortes ajudam a proteger joelhos e quadris, melhorar equilíbrio, preservar mobilidade e reduzir o risco de quedas.

Atividade física, alimentação e saúde hormonal

A atividade física é um dos pilares do tratamento e pode contribuir para melhora da circulação, estímulo da bomba muscular, preservação da massa magra, proteção articular, controle do peso e redução da dor em algumas pacientes. Uma revisão sistemática recente encontrou melhora de dor, sintomas, qualidade de vida, volume dos membros e desempenho físico com exercícios, especialmente quando associados à compressão. Podem ser indicados musculação, exercícios resistidos, caminhada, bicicleta e atividades aquáticas, que oferecem compressão natural e reduzem a carga sobre as articulações.

Não existe uma única “dieta do lipedema” comprovada para todas as pacientes. A alimentação deve ser individualizada e buscar saúde metabólica, estabilidade glicêmica, ingestão adequada de proteínas, preservação muscular e manutenção de um peso saudável. Sono insuficiente e estresse crônico podem interferir na percepção da dor, no controle do apetite, na inflamação e na recuperação muscular, e alterações hormonais podem coincidir com o início ou a piora da doença.

Tecnologias para pele, saúde vascular e cirurgia

Algumas pacientes apresentam, além do lipedema, flacidez, celulite, estrias ou excesso cutâneo. Essas alterações podem ser tratadas com tecnologias como DENSITY®, Fotona, Morpheus8®, EXION®, Linear Z®, bioestimuladores e terapias regenerativas, desde que a doença e a sensibilidade dos tecidos sejam respeitadas. Essas tecnologias não curam o lipedema nem removem seu tecido adiposo de forma global.

Varizes, vasinhos e insuficiência venosa podem coexistir com o lipedema e agravar sensação de peso, edema e desconforto. Quando identificadas, podem ser tratadas pela equipe de Angiologia com acompanhamento vascular, ultrassom Doppler, terapia compressiva, tratamento de varizes e vasinhos, método CLACS quando indicado e escleroterapia. Em casos selecionados, quando os sintomas persistem apesar do tratamento conservador, pode ser considerada lipoaspiração com técnica apropriada para o lipedema e preservação das estruturas linfáticas, sempre com equipe cirúrgica experiente e manutenção do tratamento conservador.

Impacto emocional e Método GPC

Muitas mulheres passam anos ouvindo que suas pernas são resultado apenas de falta de disciplina. Essa interpretação pode provocar culpa, vergonha, dietas excessivamente restritivas, afastamento social e baixa autoestima. Receber o diagnóstico pode representar alívio e compreensão. O acolhimento faz parte do tratamento: o objetivo é retirar a culpa, oferecer informação e devolver à paciente instrumentos para cuidar da própria saúde.

O protocolo é organizado em pilares: diagnóstico clínico e vascular; documentação de precisão (fotografia corporal 3D, medidas digitais e InBody); controle dos sintomas (drenagem, pressoterapia, compressão e Ondas de Choque); saúde muscular (atividade física, fisioterapia e EMSCULPT NEO®); saúde metabólica e inflamatória; qualidade da pele; e acompanhamento contínuo. O objetivo é construir um cuidado integrado, e não oferecer uma única sessão como solução para uma doença crônica.

Para cada corpo um tratamento para lipedema

Reconhecer o lipedema é o primeiro passo para retirar a culpa e iniciar o cuidado correto. No Grupo Paula Chicralla, a paciente é avaliada de maneira integrada, considerando saúde vascular, sistema linfático, composição corporal, musculatura, dor, mobilidade e qualidade da pele. O Método GPC associa Angiologia, diagnóstico de precisão, fotografia corporal 3D, InBody, drenagem, pressoterapia, Ondas de Choque, EMSCULPT NEO® e estratégias individualizadas de atividade física. Agende sua avaliação para lipedema.

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Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

O que é lipedema?

É uma doença crônica caracterizada pela distribuição desproporcional e dolorosa de tecido adiposo, principalmente nas pernas e, em algumas mulheres, nos braços.

Como saber se tenho lipedema?

Dor, sensibilidade, hematomas, aumento simétrico das pernas, desproporção entre tronco e membros e preservação dos pés são sinais frequentes. O diagnóstico deve ser feito por avaliação clínica.

Existe exame que confirma o lipedema?

Não existe um único exame confirmatório. O diagnóstico é clínico. Doppler, bioimpedância e fotografia 3D ajudam a avaliar condições associadas e acompanhar a evolução.

Qual médico diagnostica lipedema?

O diagnóstico pode envolver angiologista, cirurgião vascular, dermatologista e outros profissionais com experiência na doença.

Lipedema é obesidade?

Não. São condições diferentes, embora possam coexistir. O lipedema pode ocorrer em mulheres com diferentes pesos.

Lipedema emagrece com dieta?

A alimentação pode reduzir gordura não relacionada ao lipedema e melhorar a saúde metabólica. Entretanto, a desproporção pode permanecer nas áreas afetadas.

Lipedema causa dor?

Sim. Dor espontânea, sensibilidade à pressão e sensação de peso estão entre os sintomas mais característicos.

Qual é a diferença entre lipedema e linfedema?

O lipedema envolve tecido adiposo doloroso e costuma preservar os pés. O linfedema decorre do acúmulo de líquido por comprometimento linfático e pode afetar pés ou mãos.

Lipedema e celulite são a mesma coisa?

Não. A celulite é uma alteração da superfície. O lipedema é uma condição crônica que pode causar dor, hematomas, desproporção e alterações funcionais.

Lipedema tem cura?

Não existe atualmente uma cura simples e definitiva. O tratamento pode controlar sintomas, preservar mobilidade e melhorar qualidade de vida.

Drenagem linfática trata lipedema?

Pode aliviar edema associado, peso e desconforto. Não elimina o tecido adiposo do lipedema.

Pressoterapia ajuda?

Pode ajudar no controle de líquido, sensação de peso, dor e edema em pacientes selecionadas. A indicação e a pressão devem ser individualizadas.

Meia de compressão é indicada?

Pode ser indicada, especialmente quando existe edema ou condição venosa associada. O modelo e o grau de compressão precisam ser selecionados corretamente.

Ondas de Choque ajudam no lipedema?

Podem complementar o tratamento de fibrose, rigidez, textura e desconforto. Não eliminam isoladamente a doença.

EMSCULPT NEO® trata lipedema?

Não cura o lipedema. Pode complementar o tratamento ao estimular músculos, melhorar suporte, tônus e funcionalidade.

Musculação é indicada?

Sim, desde que adaptada à condição física e articular. O fortalecimento muscular é importante para circulação, mobilidade e metabolismo.

Quem tem lipedema pode correr?

Algumas pacientes conseguem correr sem piora, enquanto outras sentem dor ou sobrecarga. A indicação deve considerar estágio, articulações e adaptação progressiva.

Alimentação anti-inflamatória ajuda?

Uma alimentação equilibrada pode melhorar saúde metabólica e reduzir fatores inflamatórios, mas não elimina isoladamente o tecido do lipedema.

InBody diagnostica lipedema?

Não. A InBody avalia composição corporal e distribuição segmentar, contribuindo para o acompanhamento, mas não confirma o diagnóstico.

Ultrassom Doppler diagnostica lipedema?

Não isoladamente. O Doppler avalia o sistema venoso e ajuda a identificar doenças vasculares que podem coexistir.

Varizes pioram o lipedema?

Varizes e insuficiência venosa podem aumentar peso, edema e desconforto. Tratá-las pode melhorar sintomas associados, embora não elimine o lipedema.

Lipedema piora na menopausa?

Pode haver início ou piora durante períodos de mudança hormonal, incluindo puberdade, gestação e menopausa.

O lipedema pode afetar os braços?

Sim. Algumas pacientes apresentam aumento desproporcional e sensível também nos braços, geralmente com preservação das mãos.

O tratamento precisa ser contínuo?

Como é uma condição crônica, o cuidado costuma ser contínuo e adaptado à evolução dos sintomas e às fases da vida.

Quando a cirurgia é indicada?

Pode ser considerada em casos selecionados, principalmente quando há sintomas persistentes e limitação apesar do tratamento conservador. A indicação exige equipe especializada.