Saúde Capilar

Alopecia Androgenética (Calvície)

Diagnóstico de alta precisão e tratamentos personalizados para controlar a miniaturização dos fios, preservar os folículos e recuperar a densidade capilar possível em homens e mulheres.

A alopecia androgenética, popularmente conhecida como calvície, é a causa mais frequente de perda progressiva dos cabelos em homens e mulheres.

Embora esteja associada à predisposição genética e à ação hormonal sobre os folículos, a calvície não acontece da mesma maneira em todos os pacientes. Idade, padrão de distribuição, velocidade de progressão, saúde do couro cabeludo, alterações hormonais, doenças associadas e episódios simultâneos de queda capilar podem modificar sua apresentação.

A alopecia androgenética não começa apenas quando o couro cabeludo se torna visível. Antes disso, os folículos passam por um processo progressivo de miniaturização. A cada novo ciclo capilar, os fios podem nascer mais finos, curtos e frágeis, até deixarem de oferecer cobertura adequada à região.

Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental.

No Grupo Paula Chicralla, o Método GPC associa avaliação dermatológica, tricoscopia digital com inteligência artificial, documentação fotográfica padronizada e, quando necessário, exames laboratoriais e investigação clínica complementar.

A partir desse diagnóstico, desenvolvemos protocolos personalizados que podem combinar medicamentos, laser, PRP, exossomos autólogos, fatores de crescimento, mesoterapia com peptídeos e outras terapias regenerativas.

O objetivo não é oferecer uma solução padronizada, mas identificar as causas envolvidas, preservar os folículos ainda viáveis e construir um tratamento consistente, seguro e de longo prazo.

O que é alopecia androgenética?

A alopecia androgenética é uma condição crônica caracterizada pela redução progressiva do diâmetro e do comprimento dos fios.

Em pessoas geneticamente predispostas, determinados folículos apresentam maior sensibilidade à ação dos andrógenos, especialmente à di-hidrotestosterona, conhecida como DHT.

Essa sensibilidade altera o ciclo de crescimento do cabelo e promove a miniaturização folicular. Com o passar do tempo, fios grossos e pigmentados podem ser substituídos por fios progressivamente mais finos e curtos.

Isso não significa necessariamente que o paciente possua excesso de hormônios. Em muitos casos, os níveis hormonais estão dentro da normalidade, mas os folículos apresentam uma sensibilidade geneticamente determinada à sua ação. Por isso, dosagens hormonais isoladas não confirmam nem excluem o diagnóstico.

Calvície masculina e calvície feminina são iguais?

Homens e mulheres podem apresentar alopecia androgenética, mas os padrões clínicos geralmente são diferentes.

Calvície masculina

Nos homens, os sinais mais frequentes incluem:

  • aumento das entradas;
  • afinamento dos fios na região frontal;
  • rarefação no topo da cabeça;
  • diminuição da densidade na região da coroa;
  • progressão das áreas de rarefação;
  • preservação relativa das regiões lateral e posterior.

Alguns pacientes percebem uma progressão lenta durante muitos anos. Em outros, a perda de densidade pode evoluir mais rapidamente, principalmente quando há histórico familiar importante.

Calvície feminina

Nas mulheres, a alopecia androgenética costuma provocar:

  • redução difusa da densidade no topo da cabeça;
  • alargamento da risca central;
  • perda de volume ao prender os cabelos;
  • couro cabeludo mais visível sob a luz;
  • fios cada vez mais finos;
  • diminuição da densidade na região frontal, geralmente com preservação da linha de implantação.

Em algumas mulheres, podem existir fatores hormonais associados, como irregularidade menstrual, acne, aumento de pelos corporais ou alterações relacionadas à menopausa. Esses sinais devem ser avaliados individualmente.

Quais são os primeiros sinais da calvície?

Os primeiros sinais podem ser discretos e ocorrer antes do aparecimento de áreas evidentemente calvas. É importante observar:

  • aumento das entradas;
  • alargamento da risca do cabelo;
  • redução do volume do rabo de cavalo;
  • maior exposição do couro cabeludo;
  • fios finos em meio aos fios mais grossos;
  • diminuição progressiva da cobertura capilar;
  • necessidade de mudar o penteado para esconder determinadas áreas;
  • diferença de densidade entre o topo e as laterais da cabeça;
  • progressão documentada em fotografias.

A avaliação precoce aumenta a possibilidade de preservar os folículos antes que a miniaturização se torne avançada.

Queda de cabelo e calvície são a mesma coisa?

Não.

A queda de cabelo corresponde ao desprendimento dos fios e pode ocorrer por diferentes motivos. Já a alopecia androgenética é caracterizada principalmente pela miniaturização progressiva dos folículos.

Um paciente com calvície pode não perceber uma queda intensa. Os fios simplesmente passam a nascer cada vez mais finos, curtos e menos pigmentados, reduzindo gradualmente a densidade.

Por outro lado, uma pessoa pode apresentar queda abundante sem ter calvície.

Também é comum que as duas condições aconteçam simultaneamente. Um paciente com alopecia androgenética pode desenvolver um eflúvio telógeno após emagrecimento acelerado, cirurgia, doença, deficiência nutricional, alterações hormonais ou estresse intenso.

Nesses casos, tratar apenas a queda aguda, sem reconhecer a miniaturização já existente, pode produzir uma melhora incompleta.

Quais condições podem ser confundidas com alopecia androgenética?

Nem toda queda capilar ou rarefação é calvície. O diagnóstico diferencial pode incluir:

  • eflúvio telógeno;
  • alopecia areata;
  • alopecia frontal fibrosante;
  • líquen plano pilar;
  • alopecia por tração;
  • alopecias cicatriciais;
  • dermatite seborreica;
  • psoríase do couro cabeludo;
  • infecções fúngicas;
  • quebra da haste capilar;
  • alterações da tireoide;
  • deficiência de ferro;
  • deficiências nutricionais;
  • alterações hormonais;
  • doenças autoimunes;
  • efeitos de medicamentos;
  • queda após gestação;
  • queda relacionada ao emagrecimento acelerado;
  • queda após cirurgias, febre ou doenças importantes.

Sintomas como ardência, dor, coceira intensa, descamação persistente, pústulas, perda de sobrancelhas ou áreas com aspecto liso e cicatricial exigem avaliação dermatológica cuidadosa.

Algumas alopecias inflamatórias podem provocar destruição permanente dos folículos quando não são diagnosticadas precocemente.

Emagrecimento acelerado pode provocar queda de cabelo?

Sim.

A perda rápida de peso pode desencadear eflúvio telógeno, principalmente quando ocorre redução importante da ingestão de proteínas, ferro, vitaminas, minerais ou calorias. Mudanças metabólicas e perda de massa muscular também podem contribuir para alterações no ciclo capilar.

Essa queda costuma aparecer alguns meses depois do fator desencadeante e pode revelar uma alopecia androgenética que já existia de forma silenciosa.

Por isso, pacientes que apresentam queda após emagrecimento devem ser avaliados de maneira completa. A simples suplementação de vitaminas, sem identificar o diagnóstico, pode não resolver o problema.

Como é realizado o diagnóstico da alopecia androgenética?

O diagnóstico começa por uma avaliação clínica detalhada. São considerados:

  • histórico familiar;
  • idade de início;
  • velocidade de progressão;
  • padrão de rarefação;
  • intensidade da queda;
  • medicamentos utilizados;
  • doenças associadas;
  • alimentação;
  • emagrecimento recente;
  • alterações menstruais ou hormonais;
  • gestação e período pós-parto;
  • procedimentos químicos;
  • hábitos de tração dos cabelos;
  • sintomas no couro cabeludo.

O exame físico permite avaliar a distribuição da perda, a qualidade da haste, o couro cabeludo e a presença de inflamação. A tricoscopia digital acrescenta informações que não podem ser identificadas apenas a olho nu.

GRO Tech: tricoscopia digital com inteligência artificial

No Grupo Paula Chicralla, utilizamos o GRO Tech, sistema de tricoscopia digital com inteligência artificial, para ampliar a precisão da avaliação capilar.

O exame produz imagens aumentadas e padronizadas do couro cabeludo, permitindo analisar parâmetros como:

  • densidade capilar;
  • diâmetro dos fios;
  • diversidade de espessuras;
  • grau de miniaturização;
  • distribuição das unidades foliculares;
  • presença de fios finos e terminais;
  • características do couro cabeludo;
  • sinais de inflamação, descamação ou alteração folicular;
  • diferenças entre as regiões examinadas.

A tecnologia auxilia na documentação objetiva e na comparação da evolução ao longo do tratamento.

A inteligência artificial funciona como ferramenta de apoio. O diagnóstico e a interpretação dos resultados permanecem sob responsabilidade médica e devem sempre ser correlacionados com a história clínica e o exame dermatológico.

É necessário fazer exames de sangue?

Nem todos os pacientes precisam dos mesmos exames. Quando a história clínica indicar, a investigação pode incluir avaliação de:

  • hemograma;
  • ferro e ferritina;
  • função da tireoide;
  • vitaminas e minerais;
  • proteínas;
  • função metabólica;
  • hormônios;
  • marcadores relacionados a doenças associadas.

Os exames são solicitados de forma individualizada. Não existe um painel único capaz de diagnosticar todas as causas de queda capilar. Em casos selecionados, o TrichoTest pode complementar a investigação.

Da mesma forma, vitaminas e suplementos não devem ser usados indiscriminadamente. O excesso de determinados nutrientes também pode provocar efeitos adversos e, em alguns casos, agravar a queda.

Como o Método GPC trata a alopecia androgenética?

A alopecia androgenética é uma condição crônica. Por isso, seu tratamento precisa ser planejado para controlar a progressão e preservar os resultados ao longo do tempo.

O protocolo pode ter diferentes objetivos:

  • reduzir a progressão da miniaturização;
  • preservar os folículos viáveis;
  • prolongar a fase de crescimento;
  • aumentar a espessura dos fios miniaturizados;
  • melhorar a densidade visual;
  • controlar inflamações do couro cabeludo;
  • corrigir fatores associados à queda;
  • preparar ou complementar um transplante capilar;
  • acompanhar objetivamente a resposta ao tratamento.

Dependendo do diagnóstico, podem ser associados medicamentos, terapias regenerativas, tecnologias e mudanças relacionadas à saúde geral.

Medicamentos para alopecia androgenética

O tratamento medicamentoso é um dos principais pilares do controle da calvície. As possibilidades dependem do sexo, da idade, do padrão de alopecia, das condições clínicas e dos planos reprodutivos do paciente.

Minoxidil

O minoxidil pode ser utilizado por via tópica e, em pacientes selecionados, por via oral. Ele atua sobre o ciclo capilar e pode contribuir para prolongar a fase de crescimento e melhorar a espessura dos fios.

O minoxidil oral requer prescrição e acompanhamento médico. Pressão arterial, histórico cardiovascular, presença de edema e uso de outros medicamentos devem ser considerados.

Finasterida e dutasterida

Finasterida e dutasterida reduzem a formação da DHT por meio da inibição da enzima 5-alfa-redutase. São utilizadas principalmente no tratamento da alopecia androgenética masculina. Em mulheres, a indicação é mais restrita e depende de avaliação médica rigorosa.

Riscos, benefícios, efeitos adversos e contraindicações devem ser discutidos individualmente. Esses medicamentos não devem ser utilizados durante a gestação.

Medicamentos antiandrogênicos

Em algumas mulheres, principalmente quando há sinais de hiperandrogenismo, medicamentos com ação antiandrogênica podem ser considerados. A indicação depende da avaliação clínica, de exames e do perfil individual de segurança.

Nenhum medicamento deve ser iniciado, interrompido ou modificado sem orientação médica.

PRP para queda de cabelo e calvície

O PRP, plasma rico em plaquetas, é produzido a partir do sangue do próprio paciente.

Após o processamento, uma fração com maior concentração de plaquetas é aplicada no couro cabeludo. As plaquetas liberam mediadores e fatores de crescimento envolvidos na sinalização celular e na reparação dos tecidos.

O PRP pode ser utilizado como tratamento complementar para:

  • melhorar o ambiente folicular;
  • estimular folículos miniaturizados ainda viáveis;
  • aumentar a espessura dos fios;
  • auxiliar na recuperação da densidade;
  • complementar o tratamento medicamentoso;
  • apoiar protocolos antes ou depois do transplante capilar.

Estudos indicam resultados promissores, especialmente quando o PRP é associado ao tratamento convencional, embora os protocolos de preparo e aplicação ainda apresentem variações entre os estudos.

Exossomos autólogos nos tratamentos capilares

Os exossomos são estruturas microscópicas envolvidas na comunicação entre as células. Eles transportam sinais biológicos, como proteínas e moléculas reguladoras, capazes de participar de processos de reparação e regeneração tecidual.

Nos protocolos com exossomos autólogos, o material utilizado é obtido do próprio paciente e processado de acordo com a estratégia médica adotada.

O tratamento pode ser considerado como recurso complementar para melhorar a sinalização biológica do couro cabeludo e favorecer um ambiente mais adequado à atividade dos folículos ainda viáveis.

Entretanto, é importante compreender que essa é uma área em desenvolvimento. As indicações devem respeitar as evidências disponíveis, a procedência do material, os critérios de processamento e as normas sanitárias aplicáveis.

Exossomos não substituem automaticamente medicamentos consagrados e não conseguem recriar folículos já destruídos.

Mesoterapia capilar com peptídeos e fatores de crescimento

A mesoterapia capilar consiste na aplicação intradérmica de substâncias selecionadas diretamente no couro cabeludo. Dependendo do diagnóstico e da indicação médica, podem ser utilizados:

  • peptídeos;
  • aminoácidos;
  • ativos medicamentosos;
  • fatores de crescimento;
  • componentes voltados à sinalização celular;
  • substâncias destinadas a melhorar o ambiente do folículo.

A composição do protocolo deve ser individualizada. “Coquetéis capilares” genéricos não são adequados para todos os pacientes e podem aumentar o risco de irritação, inflamação ou reações adversas.

A mesoterapia é considerada um tratamento complementar e não substitui a investigação das causas da queda nem o controle medicamentoso da alopecia androgenética quando este está indicado.

Laser para alopecia androgenética

Diferentes modalidades de laser podem ser incorporadas aos protocolos capilares. A ação depende do comprimento de onda, da potência, do modo de aplicação e da profundidade alcançada.

O laser pode ser utilizado com objetivos como:

  • bioestimulação do couro cabeludo;
  • melhora da circulação local;
  • modulação da inflamação;
  • estímulo do metabolismo celular;
  • melhora da qualidade dos tecidos;
  • criação de canais para drug delivery;
  • potencialização de ativos selecionados;
  • associação com PRP e terapias regenerativas.

Lasers fracionados, como o Fotona SP Dynamis NX®, também podem ser utilizados em protocolos específicos para favorecer a entrega de substâncias e estimular processos de remodelação.

Estudos recentes apontam benefícios de tecnologias baseadas em luz e laser, especialmente quando associadas a medicamentos ou terapias regenerativas, embora os resultados dependam do equipamento, dos parâmetros e da seleção adequada do paciente.

Laser de baixa intensidade e LED capilar

A fotobiomodulação utiliza luz em parâmetros específicos para estimular processos celulares sem provocar aquecimento destrutivo dos tecidos. Ela pode ser empregada como terapia complementar para:

  • estimular folículos viáveis;
  • melhorar o metabolismo celular;
  • auxiliar no controle de processos inflamatórios;
  • favorecer a recuperação do couro cabeludo;
  • complementar medicamentos e procedimentos injetáveis.

A combinação de laser de baixa intensidade com minoxidil apresentou melhora de densidade e diâmetro capilar em estudos clínicos, com perfil de segurança semelhante ao tratamento tópico isolado.

Microagulhamento e drug delivery capilar

O microagulhamento produz microcanais controlados no couro cabeludo e estimula uma resposta de reparação local. Pode ser associado ao drug delivery, facilitando a aplicação de ativos selecionados de acordo com o diagnóstico.

O procedimento exige controle rigoroso de profundidade, assepsia e escolha adequada das substâncias. Produtos desenvolvidos para uso superficial não devem ser aplicados indiscriminadamente em canais produzidos na pele.

Quando bem indicado, o microagulhamento pode integrar protocolos voltados à miniaturização capilar, mas não deve ser realizado sobre infecções, inflamações intensas ou determinadas alopecias cicatriciais sem controle médico.

A saúde do couro cabeludo influencia o crescimento?

Sim.

Dermatite seborreica, inflamação, descamação, oleosidade excessiva e outras doenças do couro cabeludo podem aumentar o desconforto e interferir na qualidade do ambiente folicular.

O tratamento pode incluir:

  • controle da dermatite seborreica;
  • tratamento de infecções;
  • manejo da oleosidade;
  • redução da inflamação;
  • adequação dos cuidados domiciliares;
  • escolha correta de xampus e produtos tópicos.

Entretanto, oleosidade não é sinônimo de calvície e lavar os cabelos com frequência adequada não provoca alopecia androgenética.

Alimentação e estilo de vida fazem diferença?

A saúde capilar está relacionada à saúde geral.

Uma alimentação adequada fornece proteínas, ferro, vitaminas, minerais e energia para a formação dos fios. Dietas muito restritivas, emagrecimento acelerado e baixa ingestão proteica podem contribuir para quedas difusas.

Também são importantes:

  • alimentação equilibrada;
  • ingestão adequada de proteínas;
  • atividade física;
  • qualidade do sono;
  • controle do estresse;
  • tratamento de doenças metabólicas e hormonais;
  • evitar o tabagismo;
  • reduzir tração e agressões repetidas aos fios.

Esses cuidados ajudam a criar condições favoráveis ao crescimento, mas não substituem o tratamento específico da alopecia androgenética.

Quando o transplante capilar pode ser indicado?

O transplante pode ser considerado quando existe perda folicular avançada e uma área doadora adequada.

Ele redistribui folículos de regiões mais resistentes para as áreas de rarefação. Entretanto, não interrompe a progressão da alopecia nos fios que não foram transplantados.

Por isso, frequentemente é necessário manter o tratamento clínico antes e depois do procedimento. A preparação do couro cabeludo, o controle da queda e o acompanhamento da densidade ajudam a preservar os fios existentes e a planejar o transplante com maior segurança.

Quando começam os resultados?

O tratamento capilar exige constância.

O cabelo cresce lentamente e responde de acordo com seu ciclo biológico. Em geral, as primeiras mudanças objetivas podem começar a ser observadas após alguns meses.

Uma avaliação mais consistente costuma exigir entre seis e doze meses, dependendo do tratamento, do grau de miniaturização e da associação de outras causas de queda.

No início de alguns tratamentos pode ocorrer aumento temporário da queda, relacionado à renovação do ciclo capilar. Esse fenômeno deve ser acompanhado para diferenciá-lo de progressão da doença ou intolerância ao tratamento.

A calvície tem cura?

A alopecia androgenética é uma condição crônica e geneticamente influenciada.

Os tratamentos podem controlar sua progressão, preservar os folículos, aumentar a espessura dos fios miniaturizados e melhorar a densidade. Entretanto, a predisposição permanece ao longo da vida.

Por isso, a manutenção é parte fundamental do tratamento. Quando a terapia é interrompida, os benefícios obtidos podem ser gradualmente perdidos e a miniaturização pode voltar a progredir.

Por que o Método GPC é diferente?

No Grupo Paula Chicralla, o tratamento não começa pela escolha de um procedimento. Ele começa pelo diagnóstico.

Alopecia androgenética, queda capilar, doenças do couro cabeludo, deficiências nutricionais e alopecias inflamatórias podem apresentar sinais semelhantes, mas exigem condutas diferentes.

O Método GPC integra:

  • avaliação dermatológica especializada;
  • tricoscopia digital com inteligência artificial;
  • documentação fotográfica padronizada;
  • investigação laboratorial individualizada;
  • tratamento medicamentoso;
  • tecnologias capilares;
  • PRP;
  • exossomos autólogos;
  • fatores de crescimento;
  • mesoterapia com peptídeos;
  • fotobiomodulação;
  • acompanhamento objetivo da evolução.

Essa visão permite criar protocolos personalizados, acompanhar a resposta de maneira mensurável e modificar a estratégia sempre que necessário.

Nosso objetivo é preservar a saúde dos folículos, recuperar a densidade possível e evitar promessas incompatíveis com a realidade biológica de cada paciente. Conheça também as terapias regenerativas, o rejuvenescimento capilar e os demais tratamentos capilares do Grupo Paula Chicralla.

Perguntas frequentes

Alopecia androgenética é a mesma coisa que calvície?

Sim. Calvície é o nome popular da alopecia androgenética, condição que provoca miniaturização progressiva dos fios em pessoas geneticamente predispostas.

Mulheres também podem ter calvície?

Sim. A calvície feminina geralmente provoca alargamento da risca central, perda de volume e redução difusa da densidade no topo da cabeça.

A calvície acontece por excesso de testosterona?

Nem sempre. Muitos pacientes apresentam níveis hormonais normais. O problema pode estar relacionado à sensibilidade genética dos folículos à ação dos andrógenos.

Queda intensa significa que estou ficando calvo?

Não necessariamente. A queda intensa pode ser provocada por eflúvio telógeno, alterações hormonais, emagrecimento, doenças, cirurgias, deficiências nutricionais ou medicamentos. A tricoscopia ajuda a identificar se também existe miniaturização.

Emagrecer rapidamente pode fazer o cabelo cair?

Sim. Emagrecimentos acelerados, baixa ingestão proteica e deficiências nutricionais podem desencadear queda capilar difusa. Esse episódio também pode tornar mais evidente uma calvície preexistente.

A tricoscopia dói?

Não. É um exame não invasivo, realizado por meio de imagens ampliadas do couro cabeludo e dos fios.

A inteligência artificial faz o diagnóstico?

Não isoladamente. A inteligência artificial auxilia na análise e comparação dos dados, mas o diagnóstico depende da interpretação médica, da história clínica e do exame dermatológico.

Minoxidil funciona para todos?

A resposta varia. O resultado depende do diagnóstico, do grau de miniaturização, da regularidade do uso e das características individuais. A indicação tópica ou oral deve ser definida pelo médico.

Minoxidil oral pode ser usado sem acompanhamento?

Não. Ele pode alterar a pressão arterial e provocar efeitos como edema, palpitações e crescimento de pelos em outras áreas. A prescrição exige avaliação e acompanhamento.

Finasterida e dutasterida podem ser usadas por mulheres?

Em situações selecionadas, podem ser consideradas pelo médico, mas possuem contraindicações importantes, especialmente durante a gestação. A indicação deve ser individualizada.

PRP faz nascer cabelo onde não existem mais folículos?

Não. O PRP pode estimular folículos miniaturizados ainda viáveis, mas não recria folículos destruídos.

Exossomos autólogos curam a calvície?

Não. Eles podem integrar protocolos regenerativos complementares, mas a alopecia androgenética continua sendo uma condição crônica e geralmente exige tratamento de manutenção.

Mesoterapia capilar substitui os medicamentos?

Geralmente não. A mesoterapia pode complementar o tratamento, mas não substitui automaticamente as terapias responsáveis pelo controle da miniaturização.

Laser pode ser combinado com PRP ou medicamentos?

Sim. Dependendo da avaliação, o laser pode ser associado a PRP, medicamentos, fatores de crescimento e outras terapias regenerativas.

Vitaminas resolvem a queda de cabelo?

Somente quando existe uma deficiência ou indicação específica. Tomar suplementos sem diagnóstico não trata necessariamente a alopecia androgenética e pode causar efeitos indesejados.

Lavar o cabelo todos os dias aumenta a queda?

Não. A lavagem apenas remove fios que já haviam encerrado seu ciclo e estavam prontos para se desprender. A frequência ideal depende do tipo de couro cabeludo.

Usar boné causa calvície?

Não diretamente. Bonés muito apertados, sujos ou usados de maneira inadequada podem irritar o couro cabeludo, mas não são a causa da alopecia androgenética.

Estresse pode provocar queda de cabelo?

Sim. O estresse físico ou emocional intenso pode desencadear eflúvio telógeno, mas não é a única causa da calvície. As duas condições podem coexistir.

Quanto tempo demora para o tratamento funcionar?

Mudanças iniciais podem aparecer após alguns meses, mas uma avaliação mais consistente geralmente requer de seis a doze meses.

O tratamento precisa ser contínuo?

Na maioria dos casos, sim. Como a alopecia androgenética é crônica, a interrupção pode levar à perda gradual dos benefícios alcançados.

Casos avançados ainda podem ser tratados?

Sim, mas os objetivos precisam ser realistas. Folículos miniaturizados podem responder; áreas onde os folículos já desapareceram podem exigir transplante capilar.

O tratamento capilar serve para preparar um transplante?

Sim. Controlar a progressão, melhorar a saúde do couro cabeludo e preservar os fios existentes pode contribuir para o planejamento e a manutenção dos resultados do transplante.

Agende sua avaliação capilar

A calvície não começa apenas quando o couro cabeludo aparece. Ela começa quando os fios passam a se tornar progressivamente mais finos.

Quanto mais cedo a miniaturização é identificada, maiores são as possibilidades de preservar os folículos e recuperar a densidade capilar possível.

Agende sua avaliação no Grupo Paula Chicralla e conheça um protocolo personalizado com tricoscopia digital, medicamentos, tecnologias e terapias regenerativas para cuidar da saúde do couro cabeludo e dos cabelos. Agendar avaliação capilar.

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