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A maior expectativa de vida é uma realidade e também um desejo da maioria das pessoas. Mas junto com ela, ocorre um detalhe: o manejo do envelhecimento cutâneo.

Muitas pessoas querem longevidade, mas todas querem envelhecer bem. O que inclui a saúde da pele, não é mesmo?

Neste artigo, você vai entender as relações entre esse aumento da expectativa de vida com o envelhecimento cutâneo. Vamos lá!

Como o aumento da expectativa de vida impacta no envelhecimento cutâneo?

Nunca chegamos no patamar atual de longevidade e cada vez mais pessoas atingem idades mais avançadas. 

A OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta que a população das Américas ganhou 16 anos de vida a mais, em média, nos últimos 45 anos – ou seja, quase dois anos por quinquênio. 

Atualmente, uma pessoa nascida nesta região, incluindo o Brasil, pode viver até 75 anos, quase cinco anos a mais do que a média mundial. 

Por conta disso, o contingente de idosos também está aumentando. Segundo levantamento de 2019 do IBGE, 15,5% da população é idosa. Até 2060, esse percentual será de 25,5%. Ou seja, 1 em cada 4 brasileiros será idoso. 

Esse ganho é, principalmente, um reflexo do avanço tecnológico na saúde e das melhores condições de vida da população. Inclusive, um fato é certo: todos desejarão qualidade de vida e saúde: em relação à pele, unhas e cabelos. Ainda há outra questão: ninguém quer aparentar a idade que possui. 

Grande parte dos efeitos deletérios ambientais e do estilo de vida sobre a pele já são conhecidos, entretanto, os mecanismos imunológicos ainda necessitam de maior atenção, pois, fatalmente, serão impactados por condições inerentes à idade mais avançada. 

Os efeitos de comorbidades típicas desta fase — como as doenças cardiovasculares, degenerativas etc. — bem como o declínio funcional e estrutural cutâneo naturais serão queixas cada vez mais comuns. 

O que é envelhecimento cutâneo fisiológico?

Clinicamente, o aspecto de atrofia, a flacidez e o ressecamento da pele ocorrem a partir da quinta ou sexta década de vida. Esses sinais são acompanhados também de uma diminuição geral do tecido subcutâneo e do aparecimento de manchas brancas pelo corpo — a hipomelanose.

Em nível molecular, reações bioquímicas levam à senescência celular, sobretudo pela a estimulação contínua e progressiva das células ao longo da vida, junto com uma redução da capacidade de resposta.

Por outro lado, fenômenos inflamatórios crônicos, seja por exposição solar, seja uma doença crônica comum na idade avançada, podem ter impacto no processo de envelhecimento cutâneo, comprometendo sua integridade e funções. 

A exemplo do diabetes mellitus, que se associa a alterações da vasculatura, prejudicando o processo de reparação tecidual e cicatrização.

Estas moléculas danificadas acionam o sistema imune, desencadeiam um estado pró-inflamatório crônico, promovem dano celular, gerando ainda mais inflamação e estabelecem um círculo vicioso. 

Este conjunto de fenômenos é reconhecido como inflammaging, descrito como “redução global da capacidade de lidar com a variedade de estímulos nocivos com o concomitante aumento do estado pró-inflamatório, característicos do processo de envelhecimento”. 

A menopausa afeta o processo natural de envelhecimento da pele?

A menopausa, ou climatério, é um declínio natural dos hormônios femininos. Com essa maior longevidade, a mulher menopausada terá em média mais 20 a 30 anos de expectativa de vida, ou até mais.

Na epiderme, ela gera uma alteração da síntese de queratina, resultando em uma pele mais ressecada e fragilizada. Há também uma redução das defesas antioxidantes, deixando a pele mais vulnerável aos efeitos dos radicais livres e da exposição solar.

Na derme, ocorre uma redução acentuada da síntese de colágeno e outros componentes da matriz extracelular — resultando na redução da firmeza, elasticidade e acentuação da flacidez e das rugas faciais. 

No couro cabeludo, as mulheres em menopausa se tornam mais suscetíveis à queda de cabelo e a recuperação também fica comprometida provavelmente devido ao envelhecimento dos folículos pilosos. 

Ainda como efeitos do climatério, percebe-se atrofia e ressecamento na região vaginal.

Em outras palavras: com o avançar da idade, a pele, os cabelos e a região íntima precisarão de mais cuidados. Daí a importância de ter um médico dermatologista de confiança para recorrer.

Como a Clínica Paula Chicralla ajuda você a ter mais qualidade de vida

Por todos esses fatores que explicamos — aumento da expectativa de vida, envelhecimento natural e menopausa — uma boa opção é contar com uma clínica de confiança.

Nossos profissionais cuidam da sua saúde para que você envelheça saudável e com autoestima. 

Temos uma equipe especializada e dispomos das tecnologias mais modernas  para promover o envelhecimento saudável. 

Realizamos procedimentos que tratam diversas queixas comuns dessa fase da vida, como:

Gostou? Agende sua consulta e venha conhecer nossos tratamentos!

Responsável técnico:

Dra. Paula Chicralla (RQE 15402)

Imagem: Freepik

Ter sinais pelo corpo é um traço físico pessoal que pode preocupar algumas pessoas, pela possibilidade de sinal de câncer de pele. De fato, toda pinta nova ou surgimento de mudanças em algum sinal já existente (aumento de tamanho, alteração de cor, irregularidade ou perda do contorno e sangramento) justifica a procura por um especialista.

Existem alguns tipos de câncer de pele, sendo os do grupo não-melanoma os mais comuns — os quais possuem altas taxas de cura, quando diagnosticados precocemente. Já os melanomas, tipo agressivo que se desenvolve a partir das células produtoras de melanina, têm preferência por mulheres de menos de 30 anos de idade.

Apesar disso, as tecnologias para prevenção de câncer de pele estão mais avançadas do que nunca. Neste artigo, você vai conhecer uma delas: o Mapeamento Corporal Total. Acompanhe! 

A importância de investigar a existência de sinal de câncer de pele

O melanoma pode se originar tanto da pele normal quanto de uma lesão pigmentada preexistente. Na pele normal, o sinal de câncer de pele aparece como uma mancha escura de contorno irregular, além de gerar coceira e descamação. Em relação à lesão preexistente, ela aumenta de tamanho, muda de cor e também de forma, tornando-se assimétrica.

Assim, tendo as manchas, ou não, é importante investigar qualquer sinal de câncer de pele, até porque o diagnóstico precoce aumenta consideravelmente as chances de sucesso do tratamento.

A propósito, em um estudo de 2012, do Journal of the American Academy of Dermatology, foi identificado que 1 a cada 400 pacientes que se consultam com um dermatologista, potencialmente, tem um melanoma na área que não era a queixa principal da consulta.¹

Como escapar do câncer de pele

As principais medidas preventivas para o câncer de pele são:

Contudo, mesmo com essa rotina de cuidado é possível que você note:

Mapeamento Corporal Total: como funciona

O Mapeamento Corporal Total se trata de uma fotografia digital do corpo do paciente em diferentes posições. Quando associado à dermatoscopia digital (uso de uma lupa para o rastreamento das manchas), como o que se propõe com o FotoFinder, pratica-se uma das melhores avaliações de lesões de pele da atualidade.  

O aparelho, guiado por um médico, é composto por uma câmera e por um microscópio. Então, em vez das pintas serem analisadas em tempo real, como na dermatoscopia, sob o risco de passarem despercebidas aos olhos do profissional, o Mapeamento Corporal registra todas as imagens para serem analisadas por quantas vezes forem necessárias. 

As principais indicações para este exame são:

Procurando um serviço que realize o Mapeamento Corporal para se prevenir e cuidar da saúde? Entre em contato, ficaremos satisfeitos em atender você! 

Em 2018, ocorreu aumento de 40% no número de mulheres que buscaram tratamento para queda de cabelo, segundo a SBC (Sociedade Brasileira de Dermatologia). A Sociedade também afirma que cerca de 50% do público feminino se queixa de queda dos fios e 5% efetivamente sofre de calvície.

Os números podem preocupar, mas há sim tratamentos que funcionam. Depois de uma consulta médica, algumas das terapias que podem ser recomendadas são o uso de shampoos e locors topicas, além da administração oral de medicamentos e vitaminas, conforme a necessidade de cada um. 

No entanto, muitos pacientes não obtêm resultados satisfatórios — sobretudo pelos efeitos colaterais dos medicamentos ou pela falta de comodidade, já que se exige a aplicação diária de produtos extras no cabelo. Por isso, existem opções ainda mais eficazes. 

Neste artigo, você vai compreender exatamente o que é a queda de cabelo, como tratá-la sem estresse e como avaliar o tratamento. Vamos lá?

O que é queda de cabelo

Em primeiro lugar, a queda de cabelo é um processo natural — até certo ponto. O padrão de normalidade é entre 100 a 150 fios  por dia nos adultos, junto com um crescimento de 0,35 mm. Na ocasião dessa quantidade passar de 150 fios, o diagnóstico, no geral, é dado como alopecia, termo formal dado à queda de cabelo.

A alopecia acontece por um ‘defeito’ no folículo piloso, unidade que forma o pelo. Esse problema pode resultar em duas situações:

A alopecia areata, de causa desconhecida, é relativamente comum em qualquer perfil de paciente e, a androgênica, é a queda de cabelo influenciada pela genética e que tem preferência pelos homens. 

Recursos avançados como tratamento para queda de cabelo

Você talvez já saiba que as plaquetas são como ‘tampões’ quando ferimos nossa pele e ajudam na regeneração, certo? Um soro (ou plasma) rico em plaquetas também confere poder de regeneração, no caso, para os folículos e estimulam, assim, o crescimento de novos fios de forma segura e eficaz, sem efeitos colaterais. 

E se em vez de engolir comprimidos para tratamento de queda de cabelo você pudesse ter o fármaco concentrado e direto dentro da pele? Essa é a proposta da MMP cuja aplicação é 100% segura.  

É a transferência de fios da própria pessoa — da região da cabeça onde não há queda de cabelo, geralmente laterais e parte detrás, para a parte que tem poucos fios. São feitas pequenas incisões para a retirada de 1 a 4 fios por vez. Aqui, na Dermatologia Avançada Paula Chicralla, você pode optar pela cirurgia robótica, a qual mobiliza até 8500 fios por sessão cirúrgica, tratamento feito sob a responsabilidade do renomado cirurgião dermatológico Dr. José Rogério Regis. 

LED é uma radiação de baixa intensidade capaz de estimular as células que ‘fabricam’ o cabelo, dando energia a elas.

Emissor de um laser que melhora a circulação do sangue levando mais nutrientes para os folículos terem condições de gerar mais fios de cabelo. Além disso, pode entregar medicamentos ao couro cabeludo de forma indolor e rápida. 

Como é mensurado os resultados desses tratamentos 

Além da avaliação clínica, em que se deve ser questionado quanto ao histórico familiar do paciente, exames laboratoriais, inspecionado o couro cabeludo como um todo com dermatoscopia, etc, pode-se utilizar a tricoscopia pelo método Fotofinder,  um exame conhecido mundialmente  que investiga a perda capilar com a máxima exatidão de forma digital e indolor.

Este artigo interessou? Então nos faça uma visita e conheça todas essas opções de alto padrão para cuidar do seu cabelo! 

Você já começou os seus planos de emagrecer para o verão? Quando essa estação do ano chega, a saudade da praia também bate mais forte do que nunca, mas, com ela, a insegurança de um corpo fora do shape.

Diferente de algumas dietas do tipo ‘milagrosas’, a tecnologia pode ser a sua maior parceira nesse preparo corporal. O Eletromuscle, por exemplo, é um dos aparelhos mais recomendados para promover queima de gordura localizada e fortalecimento muscular.

Estima-se que, em uma única sessão, ele gera 20 mil contrações supramáximas que ocorrem independente da sua vontade, de forma segura e indolor.

Nas próximas linhas, você entenderá como funciona o processo de emagrecimento e como o Eletromuscle pode ajudar. Boa leitura!

Por que emagrecer para o verão?

De acordo com a Associação Brasileira de Nutrologia, a perda de gordura corporal ou emagrecimento proporciona, entre outros:

Por isso, emagrecer para o verão vai muito além dos efeitos estéticos. Mas quem não se sente bem com um shape perfeito para aquela foto maravilhosa na praia?

Inclusive, isso se reflete nos resultados das diversas pesquisas feitas em academias de musculação quanto aos motivos da prática de exercício, como a realizada em Santa Catarina, com 150 pessoas¹.

Os pesquisadores verificaram que 35,89% dos homens e 53,33% das mulheres — ambos da faixa de 21 a 49 anos de idade —  tinham a estética como motivação, ultrapassando autoestima, indicação médica e iniciativa de amigos, por exemplo.

Como consigo definição muscular?

A definição muscular é a diminuição do percentual de gordura corporal e pode ser obtida por uma prescrição específica de exercícios e de alimentos.

Portanto, os métodos válidos mais populares para emagrecer são a dieta e a prática da atividade física.

Mas e se você pudesse potencializar esse processo?

Eles são a longo prazo, mas o tratamento com o Eletromuscle traz resultados visíveis e ágeis para motivar ainda mais nesse longo processo de perda de gordura corporal.

Qual o diferencial do Eletromuscle?

Como o nome sugere, o Eletromuscle é um equipamento de campo eletromagnético muscular,, muito utilizado quando o plano dos pacientes é emagrecer ., definir e fortalecer a musculatura Ele traz resultados expressivos para os glúteos, abdômen, braços, panturrilhas e pernas — tonificando-os , melhorando a postura e eliminando a gordura (em torno de 19%).

Ele funciona por meio da geração de um campo magnético que age nos nervos motores  responsáveis pelos movimentos musculares fazendo, assim, com que eles se contraiam sem precisar do seu comando cerebral.

A luz ultravioleta, por exemplo, tem entre 430-750.000.000.000.000 Hz (raio de alta frequência), enquanto as ondas do Eletromuscle tem entre 3 a 30.000 Hz (frequência baixíssima), por isso são tão seguras.

Então sabe quando você faz agachamentos até a falha? O Eletromuscle possibilita mais atividade muscular além da sua vontade, sem provocar danos como queimaduras, dor ou cansaço.

Outro benefício que você só obtém com a estimulação magnética muscular é a lipólise. Diferente do treino de hipertrofia, que só age nas células musculares, o Eletromuscle promove a sobrecarga de células de gordura, até elas morrerem.

Como bônus da eliminação de adiposidade, você também torna sua pele menos flácida e com menos celulite já que aumenta o metabolismo local e a drenagem linfática.

Graças à estética avançada e tecnologia, a missão emagrecer para o verão se torna mais viável do que você imagina. Combine academia, dieta e Eletromuscle para ter o atalho mais rápido e seguro do emagrecimento, da saúde e da beleza.

Gostou do conteúdo? Agende a sua avaliação para a aplicação do Eletromuscle entrando em contato conosco hoje mesmo!

  1. Moreira JA, Conceição VJS. Motivos que levam as pessoas a praticarem exercícios em uma academia de musculação: um estudo de caso. Disponível em: <http://repositorio.unesc.net/bitstream/1/3106/1/Jeani%20Aparecida%20Moreira.pdf>.

Já está disponível na Clínica Paula Chicralla uma nova tecnologia para queimar gordura e promover ganho muscular. É o Eletromuscle , que age por meio da energia Hifem (High-Intensity Focused Eletromagnetic ), que induz a contração muscular de alta intensidade nas regiões desejadas do corpo sem dor. São até 20 mil contrações em 30 minutos, com resultados aparentes em quatro sessões, feitas de duas a três vezes por semana, conforme avaliação médica.

O novo tratamento baseia-se em campos eletromagnéticos, que agem profundamente na pele, provocando a contração de alta intensidade (supramáxima) em vários grupos musculares, provocando a hipertrofia muscular e a queima de gordura (no caso do abdômen) em protocolos individualizados.

Vale lembrar, porém, que o tratamento não substitui a academia. A prática regular de atividades físicas é fundamental para a saúde, o bem-estar, a longevidade e a prevenção de doenças. Essa tecnologia funciona como um excelente complemento, potencializando os resultados dos exercícios e ajudando na sua manutenção, mas são estímulos diferentes.

Há muitos alimentos bons para pele, mas saber combiná-los é outra história, não é mesmo?

Cada tipo de nutriente promove efeitos diferentes na pele, o que influencia até mesmo a forma com que ela envelhece. 

Neste artigo, você descobrirá os impactos de 3 tipos de dietas: as que contém muitos carboidratos, as que possuem baixos níveis de proteínas e as antioxidantes. Boa leitura!

Dietas hiperglicídicas

Dietas ricas em carboidratos, ou glicose, lembram obesidade. Sabe aquela pessoa que, em um mesmo prato, come arroz e macarrão? Pois é. Ela talvez nem saiba, mas provavelmente segue uma dieta hiperglicídica.

Na verdade, o excesso de peso é um tipo de distúrbio que tem maior prevalência em grupos etários mais avançados, por uma variedade de fatores, como menor taxa metabólica e menor nível de atividade física. 

Um estudo científico, por exemplo, teve como objetivo investigar a associação entre o metabolismo da glicose e a idade aparente. 

Eles descobriram, ao estudar mais de 600 pessoas, que houve uma correlação significativa entre o aumento da idade percebida e os níveis de glicose no sangue dos pacientes.

Os pesquisadores, assim, demonstraram que, mesmo os indivíduos que não tinham Diabetes, doença que deixa o sangue com mais glicose do que o normal, os níveis glicêmicos estavam associados a uma idade aparente superior.

Da mesma forma, dietas hiperglicídicas seriam fatores predisponentes ao envelhecimento cutâneo.

Dietas hipoprotéicas

Outro tipo de dieta que algumas pessoas podem adotar, mesmo sem perceber, são aquelas pobres em proteínas. 

Nesse tipo de dieta, as refeições contêm uma quantidade insuficiente de proteínas animais ou proteínas vegetais, como as que encontramos nas carnes e no feijão, respectivamente.

Esses hábitos alimentares podem desencadear problemas na cicatrização da pele, sobretudo em indivíduos mais idosos, cuja ingestão ou aproveitamento proteico podem estar reduzidos.

E no caso dos vegetarianos? Que não consomem proteína animal?  

Não há estudos que investigaram o efeito de dietas vegetarianas ou veganas na pele, nem no processo de envelhecimento. 

Porém, é necessário um cuidado rigoroso para a reposição proteica, o que é possível, mas pode ser mais trabalhoso. 

Vale ressaltar que, mesmo estando desconhecidos os benefícios do vegetarianismo para a pele, o estilo de vida tem um efeito protetor significativo para doenças cardiovasculares, reduzindo o risco em 25%, e na incidência total de câncer (8%).

Ainda em relação à carne vermelha, um estudo com 2753 participantes demonstrou que o consumo de carne vermelha estava associado a um maior número de rugas faciais em mulheres, enquanto um consumo predominante de frutas estava associado a menos rugas.

Dietas antioxidantes 

A premissa da dieta antioxidante é a de uma alimentação equilibrada, mas acrescida de vários alimentos antioxidantes, como cúrcuma, limão, canela, entre outros.

Todavia, se o indivíduo já estiver com algum processo que gere estresse oxidativo, como no câncer, esses antioxidantes da dieta podem não ser o suficiente — como acontece, com frequência, em quem tem idade mais avançada.

Afinal, qual o impacto dessa dieta na pele?

Um estudo realizado com mulheres alemãs e japonesas demonstrou uma correlação inversa entre os níveis de antioxidantes e a quantidade de rugas.

Ou seja, quanto maior a quantidade de antioxidantes no organismo, menor a quantidade de rugas faciais.

Lembrando que, as vitaminas C e E, assim como outras que não podem ser sintetizadas, devem ser obtidas a partir da dieta. 

Mas, como a efetividade dos sistemas antioxidantes naturais do organismo se reduzem com a idade, a suplementação pode ser uma estratégia protetora.

E você, tem consumido alimentos bons para pele? Relembrando o que vimos, para ter uma pele rejuvenescida e saudável, modere o consumo de carboidratos e de carne vermelha e invista nos antioxidantes.

Se você busca tratamentos para a pele e um atendimento completo com uma nutricionista em um só lugar, entre em contato conosco hoje mesmo!

Responsável técnico: 

Dra. Paula Chicralla (RQE 15402)

Imagem: Freepik

O envelhecimento cutâneo, também conhecido como envelhecimento extrínseco da pele, ocorre por vários fatores ambientais, como raios UVA e UVB, luz visível, radiação infravermelha, calor e poluição.

Os efeitos desses elementos do ambiente nos atingem de muitas formas, tanto em casa quanto no trabalho. Ou seja: o tempo todo.

Nas próximas linhas, você vai entender como o meio ambiente pode prejudicar a sua pele e como se proteger. Boa leitura!

Como acontece o envelhecimento cutâneo? 

É muito conhecido, embora não totalmente compreendido, que a radiação ultravioleta, nas suas faixas A e B, levam a alterações degenerativas na pele. 

Modificações como essas resultam nos sinais clínicos do fotoenvelhecimento, inclusive em doses baixas de radiação — mesmo sem causar vermelhidão na pele.

A dose de radiação ultravioleta que se torna prejudicial à saúde, a propósito, depende de condições como:

A radiação UVA, em particular o UVA longo —  relacionado à fotocarcinogênese — não tem correlação com eritemas e está presente, relativamente, o ano todo de uma maneira mais uniforme do que o UVB.

Isso leva a vários fenômenos que precedem os sinais clínicos clássicos do dano ocasionado pela radiação.

Como saber se a minha pele sofre do processo de envelhecimento cutâneo?

Na epiderme, ocorre um estresse oxidativo sobre o DNA de dois tipos de células (queratinócitos basais e melanócitos). 

Já na derme, há uma maior secreção de fatores inflamatórios que, por sua vez, aumentam a expressão de genes cancerígenos e levam a um dano celular difuso.

Com isso, ocorre também degeneração de proteínas fundamentais: colágeno e elastina.

Clinicamente, é possível visualizar nessa pele: sardas, manchas amarronzadas (lentigo actínico), entre outros sinais.

Vale a pena lembrar que essa interação dos raios UV, geralmente, não causa apenas envelhecimento cutâneo e câncer de pele.

Os raios também podem alterar a resposta imune da pele — com o aumento da atividade oxidativa e a destruição de células de defesa —  e impacta também na imunidade do organismo como um todo.

Portanto, indivíduos que moram ou trabalham em ambientes ensolarados estão sob uma maior predisposição ao fotodano. É recomendado que os hábitos fotoprotetores sejam encorajados continuamente, mesmo na exposição rotineira.

Consulte o seu dermatologista, tire suas dúvidas e descubra em que grau a sua pele já se encontra em termos de envelhecimento.

Qual é o impacto da luz visível na pele?

Essa luz que enxergamos, com a exposição solar, pode interagir com a nossa pele e induzir a formação de manchas, além de reações inflamatórias. 

A luz azul, que é um tipo de luz visível, também pode afetar a pele, estimulando a produção de radicais livres e causando envelhecimento precoce.

Lembrando que a iluminação das lâmpadas, computadores e celulares também pode conter a luz azul. Mas os estudos ainda não confirmam tanto fotodano, como é o caso da luz branca não-artificial.

E da radiação infravermelha?

A radiação infravermelha (IR) compõe 54% da luz solar. Contudo, os aparelhos eletrônicos também podem emiti-la. Ela também tem mecanismos que podem desencadear fotoenvelhecimento, rugas  e câncer de pele.

Ainda não foi investigada uma correlação clara entre a dose e o potencial de dano. Então é difícil afirmar que fatores podem nos proteger desses efeitos. 

Mas o que se sabe é que a aplicação de antioxidantes tópicos, como a vitamina C e o Resveratrol, além do protetor solar, ajudam a proteger a pele.  

O calor também causa envelhecimento cutâneo?

A exposição ao calor do sol leva a um dano no qual é difícil distinguir a participação da temperatura ou da radiação.

Mas sabe-se que o dano térmico leva ao aumento de proteínas agudas do choque térmico, as quais podem estimular inflamação e dano ao DNA das células por estresse oxidativo.

Quais os efeitos da poluição atmosférica sobre a pele?

Os poluentes atmosféricos vêm sendo estudados pela sua ação deletéria na pele, já que são capazes de serem absorvidos diretamente ou pelos orifícios das glândulas sebáceas e sudoríparas ou, ainda, pelos orifícios foliculares, localizados no couro cabeludo.

Além da alteração que promovem na barreira cutânea e também os fenômenos pigmentares, há ativação de fenômenos oxidativos, inflamatórios e danos diretos ao DNA celular.

Vale destacar que a radiação ultravioleta A, em combinação com poluentes comuns, aumentam os danos relacionados ao fotoenvelhecimento, por sinergia do estresse oxidativo sobre a pele.

O impacto é inevitável, mas as medidas protetivas funcionam

A interação do homem com o meio ambiente ainda está longe de ser inteiramente compreendida. 

A pele, que é o nosso órgão de primeiro contato com este ambiente, está submetida a estímulos constantes, cujas consequências se evidenciam à medida que o tempo passa. É, de fato, inevitável. 

A maior expectativa de vida da população, certamente, também demonstrará novos desdobramentos das exposições já estudadas — radiação solar, poluição e temperatura —  bem como a influência de outros fatores ambientais. 

Não é à toa que as contaminações ambientais, as condições do solo e as radiações são objetos de uma nova área de estudos médicos, denominada Geomedicina.

Por ora, já há evidências suficientes de que a radiação solar exerce um efeito amplo e relevante na pele, com um perfil acumulativo, independentemente da localidade.

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Responsável técnico: 

Dra. Paula Chicralla (RQE 15402)

Imagem: ansiia / Freepik

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