A flacidez facial pode sofrer considerável recuo com as ondas ultrassônicas do Ulthera®. Dentre as grandes ameaças do envelhecimento, estão a perda de colágeno e elasticidade da pele. Contudo, com a tecnologia de ultrassom microfocado emitida pelo Ulthera, um equipamento de ação não invasiva, é possível melhorar a flacidez facial a partir da estrutura interna da pele.

Por questões hormonais, as mulheres são as que mais sofrem com a perda de sustentação da pele nas mais diversas partes do corpo. A flacidez pode estar ligada a fatores musculares ou exclusivamente dérmicos. No primeiro caso, ela é fruto da falta de exercícios e de uma alimentação deficiente. Sem os nutrientes necessários e a movimentação dos músculos, a pele acaba por perder sua tonicidade.

A flacidez dérmica é resultado de exposição excessiva ao sol e fatores genéticos, casos em que uma alimentação e exercícios pouco contribuem com a firmeza da pele. Embora esses nunca deixem de ser recomendados para o bem-estar geral.

O rosto é uma região bastante visível do corpo e, por isso, a que recebe mais atenção de quem busca processos de rejuvenescimento. Para combater a flacidez facial, o Ulthera® utiliza ondas de ultrassom microfocado que alcançam a camada mais profunda da pele. No limite entre a pele e o músculo, são criados micropontos de coagulação que sustentam a pele. O colágeno presente nesta região também recebe os estímulos e multiplica-se. O ultrassom microfocado do Ulthera® age na flacidez facial, promovendo uma movimentação interna que tem reflexos graduais por até seis meses.

Indicado para quem não quer se submeter a cirurgias ou para quem não quer voltar a passar por uma, o tratamento da flacidez facial com Ulthera® é uma excelente opção, e com rápida recuperação. Assim, o paciente garante o seu bem-estar sem a necessidade de afastamento de seus compromissos, em um processo contra a flacidez facial que não agride o rosto.

Veja como funciona: